Já mencionei aqui que minha casa é alugada. Mas como sou inquieta e amo cuidar, decorar e arrumar a casa, ainda não consegui deixa-la do jeito que quero. Já gastei horrores em menos de 3 meses com decoração e ajustes, e olha que não deu nem pro começo ainda.
Acontece que a casa tem quintal, e um bom quintal, com abacateiro, aceroleira e uma mangueira no quintal vizinho que pende para o meu. Tem também uma varanda boa, coberta, onde vive o cão Henry ( ele tem acesso ao quintal mas não vai, nem sei porque).
O caso é que com um espaço desses e com o calor que faz em Campo Grande - RJ, quero comprar uma piscina dessas de borda inflável. Mas vamos aos prós e contras.
Contras:
1) O quintal é grande mas está desnivelado, teria que pagar um pedreiro e comprar o material necessário (o proprietário já informou que não vai fazer o que quero), para que o quintal fosse nivelado.
2)O cão não é castrado e por conta disso acredito que ele faria da piscina um alvo constante de sua demarcação territorial.
3) O gato amado, porém levado, provavelmente não deixaria a piscina em paz até que conseguisse rasgá-la (ele não tem medo de água).
Agora os prós:
1) Teria uma poça d'água para ficar de molho como um saquinho de chá nos dias insuportavelmente quentes.
2) Diversão garantida para minhas visitinhas ilustres, Arthur e Lívia.
É claro que a diversão dos pequenos tem peso 10 na lista. Mas ainda assim, fico com receio. Até mesmo porque limpar piscina é um saco.
Vou continuar pensando no assunto, mas antes do inverno eu decido (espero).
Lambidas, Miados & Quinquilharias
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Descobertas...
É engraçado como nos surpreendemos com as coisas. Eu dizia não ser chegada a gatos, não desgostava mas também não morria de amores.
Théo faz coisas novas todos os dias e percebo que estou mais apaixonada por ele a cada dia que passa.
Ele é um gatinho muito manhoso, e depois que passou mal com o vermífugo ficou mais manhoso ainda, apesar de já estar bem.
Tinha incrustada em mim, a ideia de que gato era um ser traiçoeiro e indiferente aos humanos, mas percebi com a convivência com esse gatinho que não é bem assim que a banda toca.
Théo me segue pela casa o dia todo, e quando não me encontra, mia alto até eu chama-lo. Quando saio e chego em casa, ele vai no portão me receber junto com o cão Henry. Quando sento na cadeira da varanda ele chega perto e mia, mia, mia pedindo colo. Me olha como se estivesse me admirando.
Indiferente? Tenho certeza que não
sábado, 19 de janeiro de 2013
A chegada de Théo!!!
Começo o blog com uma notícia chata. Théo, meu filhote felino de 4 meses passou mal esta semana. Vou começar a história a partir do momento em que o trouxe para casa.
Eu me mudei há pouco tempo para esta casa, antes dividia um apartamento de 1 quarto em Quintino, zona norte do Rio de Janeiro com a calopsita Meg, de 1 ano e meio ( é um macho, mas só descobri isso muito depois de compra-la) e o poddle Henry de 6 anos.
A casa era pequena, o aluguel era caro, não estava valendo a pena, o cão não tinha liberdade e nem espaço para brincar e a área de serviço não acomodava a gaiola da calopsita. Quando todos esses contras começaram a pesar eu fiquei doente e me mudei para perto de minha nova família (qualquer dia explico o porque da nova família).
Demorou um pouco mas encontramos uma casa com quintal ótimo e varanda adequada para a a gaiola de Meg e a casa do Henry. O novo lar se mostrou adequado também para a humana (euzinha), pois tem fruttas no quintal e um canteiro de bom tamanho onde futuramente abrigará uma horta orgânica.
Pois bem, findado o primeiro mês na casa nova, descobri na área de serviço fezes de rato, entrei em pânico sem saber o que fazer. Não podia colocar veneno, pois o lord Henry amaaaaaaaa de paixãaaaaao, dormir no fresquinho embaixo do tanque, justamente onde estava a evidência do crime dos ratos. Logo embaixo do meu tanque? Eu sou meio neurótica com limpeza e organização. A primeira coisa que providenciei quando mudei foi uma lixeira para área externa com tampa, nao deixo frutas estragando no quintal quando caem das árvores, nao deixo ração do cão de um dia para o outro, se ele nao comer tudo eu tiro e só ofereço novamente na próxima refeição. O proprietário chegou a dizer que deviam ser antigas pois a casa ficou vazia por muito tempo. Pode até ser, mas não queria arriscar, meti na cabeça que teria um gato, um caçador para me dar orgulho.
No dia seguinte tinha que ir ao salão para marcar o cabelo, e na volta fui perguntando nas casas de ração se conheciam alguém doando gatinhos. Todos conheciam e me deram telefones de contato, mas na terceira casa de ração que entrei a dona não só conhecia, como a doadora era tia dela. Pediu que eu fosse imediatamente na casa da senhora para que eu olhasse os gatinhos. Fui eu feliz e contente com uma caixa vazia nas mãos para a casa da "protetora" determinada a sair de lá com meu exterminador de ratos. Detalhe, eu nunca havia criado um gato na vida!!!
Cheguei na casa da mulher e de cara já não gostei da aparência da velha, quando entrei na casa dela fiquei chocada. Havia na casa pequena além de trilhões de plantas uns 20 gatos, uns 30 pássaros e um cheiro fortíssimo que nem sei do que era, se eram fezes de pássaro misturado com fezes de gatos ou se era sujeira mesmo sei lá. Mas vamos lá, quem está na chuva é para se molhar. Expliquei a senhora que estava procurando uma gata, vejam bem GAAAAATAAAA, e que seria bem cuidada e assistida, a mulher nem me perguntou nada, se eu tinha ou não experiência com gatos, em que condições o filhote viveria e sequer me deu um pouco de ração para trazer junto com o gatinho. Ela pegou o mesmo filhote 3 vezes achando que eram gatinhos diferentes para me mostrar e dizendo que eram fêmeas. Não discuti e nem questionei, afinal, o que sei sobre pipis e florzinhas de gatinhos? Peguei o gatinho e saí de lá com ele o mais rápido possível, passei na loja de ração comprei um pouco de ração avulsa mesmo, pois lá não tinha a marca que pretendia dar ao filhote (golden gatos filhotes), e vim para casa. No caminho passei na casa de uma vizinha que conhece filhotinhos e descobri que a gatinha era gatinho, beleza, isso já não importava mais, no momento em que ele me olhou de dentro da caixa de papelão na qual eu o enfiei antes de sair da casa da mulher, com aqueles olhos imensos e verdes eu me apaixonei.
Finalmente chegamos em casa, coloquei ração e água no potinho e mostrei a ele onde ficava. Ele não comeu! Pensei: bom, ele acabou de chegar, está estranhando a casa, esta com medo do lord Henry, está sentindo falta da mãe e dos irmãos e de toda gataria que vivia com ele. Mas no dia seguinte também não comeu, comecei a xingar a mulher dos gatos em pensamento, achando que ela havia mentido a idade do gato (ela disse que ele tinha 3 meses), achando que o gato não havia desmamado ainda etc e tals. Pequei um pouco de ração, amoleci com água e dei na boquinha, ele comeu. Meia hora depois lá estava ele na cozinha comendo a ração seca do pote!! Então respirei aliviada e disse, gatinho safadinho, me enganou direitinho. Ele comia com tanta vontade que parecia que nunca tinha visto comida na vida, gato esfomeado. Até então ele não tinha nome, pois nenhum dos nomes que eu havia cogitado para o novo membro da família havia sido aprovado. Tentei Sushi, não gostaram. Sugeri shoyo, também não. Renata (habita conosco)começou a chamá-lo de Genésio, mas esse quem não aprovou fui eu, Genésio? Como um gatinho tão fofuchinho lindinho e arteiro pode ter um nome tão feio? Certo dia estava eu no banheiro e ele entrou assim como quem não quer nada e começou a miar no meu pé, ai eu disse, seu nome é Theo, para de miar Théo. Ficou, todo mundo gostou, até ele.
Théo é miento, faminto e arteiro, brinca, brinca, entra no sofá. (entra mesmo, no forro por baixo do sofá), pula na cama, descobriu como entrar em casa quando a porta está fechada, aprendeu a usar a caixinha de areia sem dificuldades e ama seu irmão cão, a ponto de exaurir o pobre lord Henry com brincadeiras de lutinha. Théo toma banho no chuveiro com água morninha sem reclamar, dorme na varanda em sua "caverninha" a noite toda e só reclama ás seis da manhã pedindo comidinha. Caça insetos pelo quintal para brincar e depois matá-los e sobe no abacateiro com uma destreza assustadora para um felino tão pequeno.
Esperei ele ganhar um pouco de peso, pois era muito magrinho quando chegou para fazer o vermífugo juntamente com o cachorro. Com um mês que Théo estava aqui já bem gordinho e maior comprei o remédio (vermex) e no dia 14/01 dei, quando li a forma de administração do medicamento, não prestei muita atenção e por puro descuido dei 2,5 ml do vermífugo, intoxiquei o lindinho que tem apenas 1Kg. No dia 15 durante o dia ele comeu e brincou normalmente, mas a noite não quis comer e vomitou uma vez. No dia 16 ele continuou passando mal, liguei para a veterinária que tem cuidado do Henry aqui e dei ao Théo uma gota de bromoprida, parou de vomitar, mas continuou sem comer, pelo menos estava bebendo agua normalmente e indo a caixinha de areia. Théo parou de brincar e só queria dormir, comecei a dar comida na seringa, mas toda vez que comia passava mal, tornei a dar a bromoprida. Acontece que só pude levá-lo ao vet hoje, chegando lá o veterinário o examinou, fez uma ultrassonografia por via das dúvidas e disse que Théo está mesmo é com um enorme enjoo por intoxicação. Está sem febre, os orgãos estão normais e o vet disse que em poucos dias vai voltar ao normal. Ele receitou um remedinho para o fígado (Hepatocare) e fez uma injeçao de anti-tóxico e uma de remedinho para enjoo.
Estou sentindo uma enorme culpa por ter intoxicado meu filhote, mas juro que não foi por maldade. Foi falta de atenção mesmo. sei também que tudo relacionado aos nossos animais tem que ser com cuidado redobrado pois são sensíveis e um descuido pode levar um amiguinho querido a óbito. Mas passado o susto vai me servir de lição para que tenha mais cuidado no futuro. Agora é só aguardar a recuperação dele para que volte a fazer arte pela casa.
Eu me mudei há pouco tempo para esta casa, antes dividia um apartamento de 1 quarto em Quintino, zona norte do Rio de Janeiro com a calopsita Meg, de 1 ano e meio ( é um macho, mas só descobri isso muito depois de compra-la) e o poddle Henry de 6 anos.
A casa era pequena, o aluguel era caro, não estava valendo a pena, o cão não tinha liberdade e nem espaço para brincar e a área de serviço não acomodava a gaiola da calopsita. Quando todos esses contras começaram a pesar eu fiquei doente e me mudei para perto de minha nova família (qualquer dia explico o porque da nova família).
Demorou um pouco mas encontramos uma casa com quintal ótimo e varanda adequada para a a gaiola de Meg e a casa do Henry. O novo lar se mostrou adequado também para a humana (euzinha), pois tem fruttas no quintal e um canteiro de bom tamanho onde futuramente abrigará uma horta orgânica.
Pois bem, findado o primeiro mês na casa nova, descobri na área de serviço fezes de rato, entrei em pânico sem saber o que fazer. Não podia colocar veneno, pois o lord Henry amaaaaaaaa de paixãaaaaao, dormir no fresquinho embaixo do tanque, justamente onde estava a evidência do crime dos ratos. Logo embaixo do meu tanque? Eu sou meio neurótica com limpeza e organização. A primeira coisa que providenciei quando mudei foi uma lixeira para área externa com tampa, nao deixo frutas estragando no quintal quando caem das árvores, nao deixo ração do cão de um dia para o outro, se ele nao comer tudo eu tiro e só ofereço novamente na próxima refeição. O proprietário chegou a dizer que deviam ser antigas pois a casa ficou vazia por muito tempo. Pode até ser, mas não queria arriscar, meti na cabeça que teria um gato, um caçador para me dar orgulho.
No dia seguinte tinha que ir ao salão para marcar o cabelo, e na volta fui perguntando nas casas de ração se conheciam alguém doando gatinhos. Todos conheciam e me deram telefones de contato, mas na terceira casa de ração que entrei a dona não só conhecia, como a doadora era tia dela. Pediu que eu fosse imediatamente na casa da senhora para que eu olhasse os gatinhos. Fui eu feliz e contente com uma caixa vazia nas mãos para a casa da "protetora" determinada a sair de lá com meu exterminador de ratos. Detalhe, eu nunca havia criado um gato na vida!!!
Cheguei na casa da mulher e de cara já não gostei da aparência da velha, quando entrei na casa dela fiquei chocada. Havia na casa pequena além de trilhões de plantas uns 20 gatos, uns 30 pássaros e um cheiro fortíssimo que nem sei do que era, se eram fezes de pássaro misturado com fezes de gatos ou se era sujeira mesmo sei lá. Mas vamos lá, quem está na chuva é para se molhar. Expliquei a senhora que estava procurando uma gata, vejam bem GAAAAATAAAA, e que seria bem cuidada e assistida, a mulher nem me perguntou nada, se eu tinha ou não experiência com gatos, em que condições o filhote viveria e sequer me deu um pouco de ração para trazer junto com o gatinho. Ela pegou o mesmo filhote 3 vezes achando que eram gatinhos diferentes para me mostrar e dizendo que eram fêmeas. Não discuti e nem questionei, afinal, o que sei sobre pipis e florzinhas de gatinhos? Peguei o gatinho e saí de lá com ele o mais rápido possível, passei na loja de ração comprei um pouco de ração avulsa mesmo, pois lá não tinha a marca que pretendia dar ao filhote (golden gatos filhotes), e vim para casa. No caminho passei na casa de uma vizinha que conhece filhotinhos e descobri que a gatinha era gatinho, beleza, isso já não importava mais, no momento em que ele me olhou de dentro da caixa de papelão na qual eu o enfiei antes de sair da casa da mulher, com aqueles olhos imensos e verdes eu me apaixonei.
Finalmente chegamos em casa, coloquei ração e água no potinho e mostrei a ele onde ficava. Ele não comeu! Pensei: bom, ele acabou de chegar, está estranhando a casa, esta com medo do lord Henry, está sentindo falta da mãe e dos irmãos e de toda gataria que vivia com ele. Mas no dia seguinte também não comeu, comecei a xingar a mulher dos gatos em pensamento, achando que ela havia mentido a idade do gato (ela disse que ele tinha 3 meses), achando que o gato não havia desmamado ainda etc e tals. Pequei um pouco de ração, amoleci com água e dei na boquinha, ele comeu. Meia hora depois lá estava ele na cozinha comendo a ração seca do pote!! Então respirei aliviada e disse, gatinho safadinho, me enganou direitinho. Ele comia com tanta vontade que parecia que nunca tinha visto comida na vida, gato esfomeado. Até então ele não tinha nome, pois nenhum dos nomes que eu havia cogitado para o novo membro da família havia sido aprovado. Tentei Sushi, não gostaram. Sugeri shoyo, também não. Renata (habita conosco)começou a chamá-lo de Genésio, mas esse quem não aprovou fui eu, Genésio? Como um gatinho tão fofuchinho lindinho e arteiro pode ter um nome tão feio? Certo dia estava eu no banheiro e ele entrou assim como quem não quer nada e começou a miar no meu pé, ai eu disse, seu nome é Theo, para de miar Théo. Ficou, todo mundo gostou, até ele.
Théo é miento, faminto e arteiro, brinca, brinca, entra no sofá. (entra mesmo, no forro por baixo do sofá), pula na cama, descobriu como entrar em casa quando a porta está fechada, aprendeu a usar a caixinha de areia sem dificuldades e ama seu irmão cão, a ponto de exaurir o pobre lord Henry com brincadeiras de lutinha. Théo toma banho no chuveiro com água morninha sem reclamar, dorme na varanda em sua "caverninha" a noite toda e só reclama ás seis da manhã pedindo comidinha. Caça insetos pelo quintal para brincar e depois matá-los e sobe no abacateiro com uma destreza assustadora para um felino tão pequeno.
Esperei ele ganhar um pouco de peso, pois era muito magrinho quando chegou para fazer o vermífugo juntamente com o cachorro. Com um mês que Théo estava aqui já bem gordinho e maior comprei o remédio (vermex) e no dia 14/01 dei, quando li a forma de administração do medicamento, não prestei muita atenção e por puro descuido dei 2,5 ml do vermífugo, intoxiquei o lindinho que tem apenas 1Kg. No dia 15 durante o dia ele comeu e brincou normalmente, mas a noite não quis comer e vomitou uma vez. No dia 16 ele continuou passando mal, liguei para a veterinária que tem cuidado do Henry aqui e dei ao Théo uma gota de bromoprida, parou de vomitar, mas continuou sem comer, pelo menos estava bebendo agua normalmente e indo a caixinha de areia. Théo parou de brincar e só queria dormir, comecei a dar comida na seringa, mas toda vez que comia passava mal, tornei a dar a bromoprida. Acontece que só pude levá-lo ao vet hoje, chegando lá o veterinário o examinou, fez uma ultrassonografia por via das dúvidas e disse que Théo está mesmo é com um enorme enjoo por intoxicação. Está sem febre, os orgãos estão normais e o vet disse que em poucos dias vai voltar ao normal. Ele receitou um remedinho para o fígado (Hepatocare) e fez uma injeçao de anti-tóxico e uma de remedinho para enjoo.
Estou sentindo uma enorme culpa por ter intoxicado meu filhote, mas juro que não foi por maldade. Foi falta de atenção mesmo. sei também que tudo relacionado aos nossos animais tem que ser com cuidado redobrado pois são sensíveis e um descuido pode levar um amiguinho querido a óbito. Mas passado o susto vai me servir de lição para que tenha mais cuidado no futuro. Agora é só aguardar a recuperação dele para que volte a fazer arte pela casa.
Théo em seu primeiro dia em casa
Assinar:
Comentários (Atom)